domingo, 28 de fevereiro de 2010

Coldplay

Aquecimento para o show de mais tarde. Pelos setlists que estão rolando na internet, isto é o que deve rolar daqui a pouco na Apoteose.



Isso sim é carnaval! Viva la vida!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Cranberries

Com vocês 10 vídeos com minha visão do show do Cranberries.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ressaca do Globo de Ouro e o meu Framboesa

Acho que nem no Twitter eu comentei sobre o Globo de Ouro. Bom, os resultados nem foram tão surpreendentes, mas o povo crítico de séries chiou um bocado com as indicações, aparentemente porque as pessoas que votam não assistem os seriados. Como eu acompanho umas 20 séries, resolvi brincar de listar quem seriam os meus indicados:

Melhor Série Drama:
- 24
- Fringe
- Grey's Anatomy
- Lost
- True Blood

Melhor Série Comédia:
- 30 Rock
- Glee
- Modern Family
- Party Down
- Trust Me (sim, foi cancelada, mas foi uma das melhores coisas de 2009!)

Melhor Ator (drama/comédia/principal/coadjuvante):
- David Duchovny (Californication)
- Hugh Laurie (House)
- John Hamm (Mad Men)
- John Noble (Fringe)
- Kiefer Sutherland (24)
- Michael Emerson (Lost)
- Terry O' Quinn (Lost)
- Ty Burrell (Modern Family)

Melhor Atriz (drama/comédia/principal/coadjuvante):
- Chandra Wilson (Grey's Anatomy)
- Edie Falco (Nurse Jackie)
- Elizabeth Moss (Mad Men)
- Glenn Close (Damages)
- Jane Lynch (Glee)
- Sandra Oh (Grey's Anatomy)
- Sofia Vergara (Modern Family)
- Toni Collette (United States Of Tara)

Melhor Ator/Atriz Infantil/Teen:
- Alexander Gould (Weeds)
- Angus T. Jones (Two And A Half Men)
- Ariel Winter (Modern Family)
- Keir Gilchrist (United States Of Tara)
- Madeleine Martin (Californication)
- Nolan Gould (Modern Family)
- Rico Rodriguez (Modern Family)

Obs.: Não vi a 4ª temporada de Dexter, nem coisas como Big Love, Entourage ou The Good Wife. Mas aposto que ainda vi mais do que os jurados do Globo de Ouro.

Seria legal pensar num "Framboesa de Ouro" para as piores coisas dos seriados no ano que passou:

Pior Série:
- Cougar Town
- Flash Forward
- Heroes
- Hung
- Mental

Pior Ator:
- Chris Vance (Mental)
- Dominic Monaghan (Flash Forward) (sorry, Charlie)
- Ed Westwick (Gossip Girl)
- Jack Davenport (Flash Forward)
- Sendhil Ramamurthy (Heroes)

Pior Atriz:
- Annalynne McCord (90210)
- Courteney Cox (Cougar Town) (sorry, Monica)
- Gabrielle Union (Flash Forward)
- Jessica Szohr (Gossip Girl)
- Mayara Walsh (Desperate Housewives)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Avatar

Antes de discorrer sobre o filme propriamente dito, devo dizer que, com o maçarico aceso sobre a cidade do Rio, é no mínimo crueldade – para não dizer irresponsabilidade, desorganização e mais uma penca de substantivos negativos – um cinema manter a exibição de um filme numa sala lotada com ar condicionado “deficiente”. Depois reclamam que os cinemas de rua estão acabando ou que Copacabana só tem uma opção de cinema. Acorda, Roxy!

Agora os bonecos azuis. Bom, crítica básica de filme normalmente envolve dizer que determinado ator ou atriz deu um show, arrebentou, merece todos os prêmios etc. Avatar não é esse tipo de produção. Sam, Sigourney, Michelle, Giovani etc cumprem seus papéis, mas o filme não tem seu principal pilar nas atuações.

O roteiro também não é empolgante. Segue aquela linha básica de qualquer arrasa-quarteirão de tragédia. Aliás, a estrutura do roteiro é idêntica à de Titanic, não por acaso do mesmo James Cameron. Começamos com 1 hora e meia de pura embromação ou de “chick flick”: pessoas entrando no navio ou pessoas chegando a Pandora; Jack e Rose, ou Sam e Mulherzinha Azul, se encontram, num primeiro momento ela o odeia, mas aos poucos eles convivem e se conhecem melhor, o amor vai nascendo e eles acabam ficando juntos – seja no meio da floresta encantada ou dentro de um carro da área de cargas; conhecemos os personagens cujas mortes vamos lamentar, bem como aqueles que precisamos odiar (Billy Zane / Sargento) e por aí vai.

*** SPOILERS – Não Ultrapasse ***

A partir daqui, os comentários revelam partes importantes do filme. Se ainda não viu, veja e volte depois (a menos que não se importe em saber o que acontece de antemão).

Quando o ritmo do filme começa a incomodar, vem a parte que supostamente agradará mais aos homens: o cinema-tragédia. O navio bate no iceberg; digo, os terráqueos vêm com os caminhões usados nas minas da Vale e destroem um pouquinho da floresta para pegar o mineral supervalioso (a jóia da Rose?).

Aí vem toda a destruição, com suas cenas inimagináveis: a Casa da Árvore é derrubada (o navio se parte), os Navis são dizimados (os passageiros se afogam), lamentamos a morte daqueles personagens lá do começo como a Sigourney Weaver e a Michelle Rodriguez (Fabrizio e Victor Weber) e claro, depois de muita explosão e lágrimas, o bem vence o mal. Ou você achou que seria diferente e ousado? Não, o roteiro é básico. E de tão semelhante a Titanic, não é que o personagem principal também morre no final? Ok, Jack Dawson não tinha uma Árvore das Almas para se converter definitivamente em seu avatar, mas podemos atribuir isso aos 200 anos que separam as duas histórias.

Então você pergunta se eu odiei o filme? Não. Lógico que não. Se roteiro e atuações não são empolgantes, resta a produção para salvar tudo e nisso o James Cameron é o “king of the world”. Cada imagem, cada explosão, cada vôo dos pássaros gigantescos, cada salto sobre a rede de troncos interligados, cada som ensurdecedor, cada anêmona de Eywa... tudo isso te transporta para um universo único e mágico em cenas muito bem executadas e minuciosamente trabalhadas. Claro que o efeito 3D é fundamental para aumentar o realismo e colocar o espectador praticamente dentro de Pandora. Quem ficou com dor de cabeça por causa dos óculos que me perdoe, mas em 2D este seria apenas mais um filme de ação.

O grande mérito de Avatar para mim foi sua mensagem de preservação da natureza. Similar aos filmes de tragédias ambientais – “O Dia Depois de Amanhã” ou “2012” – a mensagem que fica é que, seja na Terra ou em Pandora, os “homens humanos” destroem impiedosamente a natureza, com suas escavadeiras, espaçonaves e caminhões gigantescos sem o menor respeito às culturas locais, aos nativos e às árvores milenares, objetivando apenas a riqueza – através de um mineral valiosíssimo. É decepcionante o futuro imaginado em Avatar para o século 22: o homem não aprendeu nada com o esgotamento da Terra e partiu para causar a mesma destruição em Pandora – “o mundo de vocês não tem mais verde”. É possível traçar um paralelo com a chegada dos europeus às Américas, ou de uma empresa estrangeira a um país mais pobre, ou do homem branco aos redutos indígenas, ou mesmo – talvez force a barra – dos EUA ao Afeganistão, ou do BOPE à favela...

A idéia é clara: o homem em geral não busca entender a cultura local, interagir, conversar e respeitar. É mais fácil usar a força, conquistar pela superioridade do poderio bélico, sem medir as consequências. Esquece-se de que a natureza cobra o preço – seja através de ondas gigantes, explosões vulcânicas magnânimas, icebergs ou rinocerontes e pássaros desproporcionais. Mais cedo ou mais tarde.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009 / 2010

Nesta época em que todos os blogs estão voltados para as retrospectivas de fim de ano - ou mesmo de fim de década - vou resistir à tentação. Teve muita coisa boa no ano e na década, mas eu não consigo conceber a ideia de conceber uma lista, pelo simples fato de que minha memória é um lixo, meus blogs anteriores foram apagados (obrigado, Globo.com) e eu acabaria sendo extremamente injusto. Fora que demandaria muita pesquisa... como saber se aquela parada irada é de 1999 ou de 2000?

Uma boa passagem de ano a todos (os poucos) que ainda seguem esse blog constantemente desatualizado. Um 2010 de muitas realizações e muita saúde.

E para mim: que na próxima década eu retome minha produção literária, migrando do acúmulo para a produção de conhecimento. :-D

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Recorde

Eu tenho problemas em "letting go". Desde sempre.
E é por essa teimosia que insisto em manter o blog aberto, apesar de ter chegado a um recorde - do qual não me orgulho - de 40 dias sem postar nada novo.
Durante esta quaresma, muita coisa boa aconteceu, mas "querido diário" - que já não tinha muito espaço aqui - virou "querido horário" e migrou para o Twitter.
Se você acompanha isso aqui, reparou que a coluna da esquerda está sempre atualizada, em detrimento da parte de centro-direita desta página.
Vontade de manter todos os espaços atualizados não me falta. Mas ultimamente posts rápidos com até 140 letras - enviados do celular ou nos intervalos das aulas do MBA - têm sido mais práticos.
Enquanto não retorno com força total - ou mesmo parcial - sugiro a leitura dos blogs listados aqui ao lado. O "Instante Posterior" do Bruno Medina está com um texto fantástico sobre escovas - que para mim tem um gostinho de saudade do meu trabalho anterior, quando surgiram as primeiras escovas agressivas, que instantaneamente fizeram a cabeça das minhas colegas de departamento. As histórias do "Dicas sobre Nada" sempre valem a pena. E ainda tem as fotos da Irena, sempre fantásticas, no blog com nome estranho, escrito em esloveno.
Claro, se você me ama muito, pode me seguir no twitter, porque lá meu problema é justamente não cruzar o limite do flooding.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Mad Men - 2a Temporada

O iPod supercarregado para o feriado levou para Minas os 4 últimos episódios da 2ª temporada de Mad Men. Vão os comentários episódio por episódio, só porque tô treinando para mais uma empreitada (porque eu não tenho atividades o suficiente, sabe?)
Ah sim, tem spoilers para quem não viu esses episódios, mas quem se importa? Quase ninguém vê essa série mesmo...

2x10 e 2x11:
Com participação do Mr. Sheffield ("The Nanny"), um "golpe de estado" orquestrado pelo Paul Young, digo, Duck Phillips, se desenha, enquanto Peggy segue ganhando destaque profissional. Betty se reconhece na posição de separada e vai desabafar justamente com a divorciada que humilhou no começo da temporada. E no fim das contas, ela não traiu Don nem com o cara do ar condicionado, nem com o cara do cavalo, portanto Mad Men continua sendo a série em que nada acontece. Mas ainda assim ela ganha todos os prêmios graças à perfeita reconstituição dos anos 60, uma época em que o piloto apagava os avisos de "não fumar" e todos os passageiros acendiam seus cigarros.
Mas aí o Don termina o episódio marcando encontro com alguém e dizendo que se chama Dick Whitman e me deixa intrigado para o próximo episódio (eu disse intrigado, não exatamente ansioso).

2x12:
Don continua em sua viagem - ou devo dizer crise de meia idade - agora visitando a verdadeira e original Mrs. Draper, com quem ele conseguiu construir uma relação curiosa ao longo do tempo. Mais flashbacks mostrando a complexidade deste personagem e, no fim, uma ressurreição simbolizada pelo banho de mar.
Mas essa egotrip não me compra. Para mim, a personagem da série sempre foi e continua sendo Peggy Olson, que tem a missão de mostrar a dificuldade de uma mulher em ascender profissionalmente numa corporação dominada pelo machismo característico dos anos 60. Ainda não foi desta vez que Peggy revelou a Pete a história do bebê (a cena mais aguardada da temporada ficou mesmo para o finale). O crescimento de Peggy se mostra não apenas no culhão que ela teve para pedir a sala, mas também na ironia que ela já é capaz de fazer: "é, estou dormindo com Don".
Num episódio ainda dominado pela história da fusão (zzzzz...), a cena mais tocante foi Betty contando para a filha sobre a separação.

2x13 - Season Finale:
Ok, é fácil demais fazer um final de temporada excelente quando só se enrola durante 12 episódios e guarda-se toda a ação para o último, mas ainda assim... não vamos tirar o mérito.
Finalmente Betty deu o troco em Don e anunciou a gravidez, abrindo caminho para a reconciliação, agora que o placar está empatado.
Finalmente concluiu-se a fusão e Don deu seu showzinho, deixando o Paul Young em maus lençóis com o Mr. Sheffield. Eu no lugar do Don, faria o mesmo, ainda mais já tendo embolsado meio milhão de dólares numa época em que o carro do ano custava 6500. "Eu não tenho contrato" lá em casa foi seguida por um "iaaaaaaaaaaaaauuu".
Obviamente a cena do episódio foi dela: Peggy. Seguindo o conselho do padre e encontrando novamente a paz com Deus e consigo, Peggy aproveitou a confissão de Pete e mandou na lata: "You got me pregnant, I had your baby and I gave it away". Um trecho da cena chegou a aparecer no Emmy, mas naquela época (há 2 meses) não significava muito para mim, já que eu ainda estava na 1ª temporada e a Peggy nem estava gorda ainda.
Com todos esses desfechos, perdem um pouco de importância a caracterização da Guerra Fria, a relação dos EUA com Cuba, o discurso do Kennedy etc. Bom, para quem curte história norte-americana, ainda é legal, vai lá...
A reação do Pete fica para a 3ª temporada, já em exibição nos EUA desde agosto deste ano.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Esportes no Feriadão

Férias, feriadão, tudo ao mesmo tempo agora. Fiz mais uma de minhas viagens para o interior de Minas, para ver família e passar 3 dias num lugar onde o tempo anda mais devagar. 3 dias sem internet (uma olhadinha no twitter na casa do meu primo não conta) e um milhão de coisas para comentar (maldita era da informação).

Primeiro tópico: esportes.

Escrito no sábado:
Tem um pedacinho de Rio na cidade do meu pai. Metade da população reunida no bar, com camisas do Flamengo, pulando e quase quebrando tudo de tanta felicidade a cada pênalti que o Bruno pegava - e na hora do gol também. Flamengo no G4, é hora de secar Cruzeiro, Atlético MG (oops, tô em Minas, uai) e Inter, o que significa torcer para Botafogo e Fluminense. Para mim não é um problema, mas não deixa de ser uma ironia amarga para muitos.

Domingo de manhã:
1º GP de F1 nos Emirados Árabes. Construção imponente, show de luzes, meia corrida de dia, meia de noite... E sim, a estrutura montada foi a principal atração, porque o circuito não tem pontos de ultrapassagem e a corrida foi muito, mas muito morna. Aliás, foi monótona mesmo, ainda mais que desde o início Rubinho mostrou que nem adiantava tocer pelo vice-campeonato - bom, talvez desde o treino de sábado que eu não vi...

Domingo de noite:
Funcionou bastante bem a torcida contra: Palmeiras empatou e ficou a apenas 4; Botafogo fez sua parte contra o Inter; Flu fez sua parte contra o Cruzeiro. Só mesmo o Galo se deu bem, mas o Mengão se sustentou no G4!
Custei a descobrir todos os resultados, tive que fazer igual aos tempos de outrora e esperar os gols do Fantástico.

Em tempo:
Conta como esporte falar do salto em altura do Dinho Ouro Preto, que resolveu brincar de Steven Tyler e cair do palco? Não, né?

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Toda vez que toco a campainha na casa da minha mãe, o cachorro da vizinha vem correndo e arranha a porta lá do lado de dentro, achando que é a dona dele que está chegando. Quando percebe que é na casa do lado, ele choraminga e sai de fininho e às vezes até uiva.
Aí minha mente não tem outra opção senão lembrar do Lucky, que também uivava quando começou a ficar sozinho em casa e choramingava de felicidade, em meio a abanos de rabo, sempre que me via.
Aí minha mente não tem outra opção senão ir para aquele lugar melancólico do cérebro, lá naquele cantinho onde mora a saudade, o sentimento mais bonito e mais ingrato do mundo.

sábado, 10 de outubro de 2009

O Show de 30/09 (4)

A saideira.

O Show de 30/09 (3)

Houve quem dissesse que esta foi a melhor música da noite. Talvez tenham sido os amantes de música nacional, já que foi nossa única canção em português.

O Show de 30/09 (2)

Ain't no mountain high enough
Ain't no valley low enough
Ain't no river wide enough
To keep me from getting to you babe

O Show de 30/09 (1)

É, quem disse que os blogs morreriam com o advento do Twitter tinha alguma razão.

Mas cá estou de volta para falar sobre o show da Fabricca no dia 30. Casa cheia (vantagens de se apresentar em lugar pequeno), com amigos queridos na plateia (e no palco) e uma energia positiva demais.

Áudio de algumas músicas estão no nosso myspace

E o Leo tem alguns ótimos vídeos da apresentação. Começando aqui com a minha música favorita do nosso repertório, Like a Prayer:

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Tá chegando!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Vejo vocês lá

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Integração

Pronto. Os últimos twits agora também estão presentes na página inicial do blog. Os twits também vão automaticamente para o Facebook. E os vídeos postados no YouTube têm seus links automaticamente publicados no Twitter e no FB e ainda vêm para a caixinha aqui no final da coluna esquerda do blog.
A gente pode ser nerd, mas tem que se manter prático. Com apenas um clique, toda a comunidade da Internet acessa suas novidades, mesmo que se recuse a ter uma conta no Google (essa é pra vc, Gabi).

domingo, 13 de setembro de 2009

Fotos e Show da Fabricca

Para quem andou me perguntando, segue o link para o blog da Irena onde está o vídeo que ela fez com algumas das fotos de divulgação da Fabricca, feitas na Escada do Selarón na Lapa.

http://minutainmanj.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

E falando em Fabricca e em Lapa, reservem a noite de 4a feira dia 30/09. A Fabricca se apresentará no evento de lançamento do livro "O Imaginário do Medo" do meu camarada Felipe Botelho Correa, lá no Espaço Multifoco (Av. Mem de Sá, 126). O evento começa às 19h e o show da Fabricca lá pelas 20h.

Espero vocês lá!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Os Normais 2

Até acho que daria pra falar dOs Normais em 140 caracteres.
Pensa no programa que passava na Globo. Pensou?
Agora pensa em 2 ou 3 episódios exibidos em sequência, sem intervalo comercial. Pensou?
Pronto. Isso é o segundo filme dOs Normais.

Vale por matar as saudades de Rui e Vani e pelas risadas fáceis, típicas daquele humor mais simples e rápido: o feito com palavrões e putarias. O filme não acrescenta nada, mas diverte bastante, como certamente é o seu propósito.

Mais alguns comentários:
- Poderia ser um pouco maior: 1h10 de filme é bem pouco.
- Quando o Rui é resgatado do mar, bem que ele podia estar sem óculos, né?
- Vale mais a pena se você for ver num meio de semana, numa sessão cedo, daquelas que custam 3 reais a meia entrada.
- A sequência com a francesa foi a melhor... disparada.

Bom, é isso. Vou ali fazer uns polichinelos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Eu Te Amo, Cara

A Ferna e o Romulo me indicaram esse filme, dizendo que era a minha cara porque o personagem do Paul Rudd é um "girlfriend kind of guy", ou seja, o cara que tem mais amiga mulher do que amigo homem. Mas assim... tipo... eu sei quem vão ser os meus padrinhos quando (se) eu casar. Não me identifiquei muito com o personagem não.

Bom, falta de identidade à parte, a história do filme é bem bobinha. O cara resolve casar, não tem um amigão homem pra ser o "best man" dele e aí resolver sair em busca de um amigo. Aí ele encontra um cara, eles ficam amigos, a amizade cresce, o novo amigo passa um pouco dos limites e se mete demais na vida do cara, até que o cara briga com a noiva. Aí ele volta com a noiva e briga com o novo amigo, mas fica sentindo falta dele. Aí a noiva liga pro novo amigo, o novo amigo aparece no casamento, assume o lugar de best man e vira amigo do cara de novo. The End.

Bobinho, né? É.

Salvam-se algumas cenas, alguns dos potenciais melhores amigos são engraçados, mas o filme gerou vários momentos de "awkward silence", tipo, quando o personagem faz uma piada e fica um tempo parado que é pra plateia rir. Só que aí a plateia não ri e fica um silêncio constrangedor. Então, foram vários akward silences entre mim e minha TV.

O filme é bastante previsível também. O resultado do outdoor, por exemplo: óbvio que a estratégia do novo amigo ia dar certo e o cara ia conseguir fechar a venda da casa do Hulk. Óbvio que eles iam voltar a ser amigos no final... Montes de óbvios... Só a participação do Rush não foi óbvia.

Bom, pra preencher a solitária noite de sexta vale. Mas se tiver qualquer outra coisa pra fazer, não se prenda.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Meu Espírito Vagou

Primeiro foi a Gabi que sonhou que estávamos na night numa boate. Nós encontrávamos a Madonna e ela queria ficar nossa amiga.

Depois foi a Ana Lia que sonhou que eu tava em Dublin. Segundo ela, eu estava super feliz porque pela 1ª vez na vida eu não tinha rinite alérgica e conseguia dormir a noite toda.

Os dois sonhos me levam a questionar que diabos meu espírito resolveu aprontar essa madrugada... Aparentemente, eu peguei a Gabi, fomos pra Dublin - cidade escolhida por causa do clima mais apropriado para quem sofre de rinite - e lá resolvemos ir pra night, onde encontramos a Madonna.

Pelo menos meu espírito frequenta as mesmas festas da Madonna. Se isso passar pro plano corporal, eu posso deixar de me considerar uma sub-celebridade?