Tirando o atraso... aí vai a playlist com os vídeos que eu fiz no show do A-Ha.
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Fotos
Eu ia fazer um post bem rabugento sobre minha ida anteontem à casa dos meus avós. Mas aí lembrei daquela frase que tá no meu Gmail que fala sobre a importância de encarar as coisas de forma mais positiva bla bla... Aí achei mais produtivo falar sobre fotos.
Está na minha lista de "100 coisas pra fazer antes de morrer" fazer um curso de fotografia. Enquanto isso, continuo achando impossível fazer justiça à beleza de uma praia através de fotografias tiradas na própria praia. Grumari é de longe o meu lugar favorito no Rio e minha terceira praia favorita da vida - atrás da Praia dos Carneiros em PE e de Dois Rios na Ilha Grande (ainda não conheço o Caribe nem Bora Bora). Eu queria uma legenda diferente para fotos tiradas em Grumari, algo do tipo: "Se um dia eu desaparecer, é provável que eu esteja lá".
Aniversário da Flavinha tem todo ano, mas parabéns pra você em ritmo de samba, só na casa dos Viera. Põe na lista das "100 coisas" fazer um curso de pandeiro. Muito embora essa semana a minha regente tenha dito que o brasileiro sabe samba melhor do que o resto do mundo porque ele aprende in loco, nas rodas de samba da Lapa, vendo outro maluco batucar e não através de uma vídeo aula qualquer, como fazem os alemães e japoneses. Pensando bem, eu quero aprender piano e já toco (mal) violão, então esquece o pandeiro. 100 coisas é muito pouco...
Pra fechar por enquanto, amendoins. No dia de comprar ingressos para o show do A-Ha, o tempo da espera pela comida foi morto com a brincadeira de tirar fotos dos amendoins na mesa. Minha foto favorita da sequência é outra - uma mulher com rosto tímido com uma placa luminosa ao lado dizendo "Spice Up Your Life". Mas também curti essa com os peanuts em primeiro plano e o menu ao fundo. Longe de ser uma foto artística, mas para quem não fez o curso ainda, por que não pode ser motivo de orgulho? Afinal, como disse o biscoito chinês do meu último frango ao curry, "lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que já possuímos".
Assunto meio coxinha, mas é que tirei parte da manhã para uploadar algumas fotos para o Orkut, jogar no Youtube os vídeos dos shows do Los Hermanos e do Radiohead e, óbvio, baixar mais alguns seriados. Aliás, descobri que tenho mais vício em baixá-los que de fato em assisti-los.
Aniversário da Flavinha tem todo ano, mas parabéns pra você em ritmo de samba, só na casa dos Viera. Põe na lista das "100 coisas" fazer um curso de pandeiro. Muito embora essa semana a minha regente tenha dito que o brasileiro sabe samba melhor do que o resto do mundo porque ele aprende in loco, nas rodas de samba da Lapa, vendo outro maluco batucar e não através de uma vídeo aula qualquer, como fazem os alemães e japoneses. Pensando bem, eu quero aprender piano e já toco (mal) violão, então esquece o pandeiro. 100 coisas é muito pouco... quinta-feira, 26 de março de 2009
I'm free!!!
I'm so happy because today...
Lembra aquela resolução de fim de ano de eliminar da vida pessoas que eu não queria ter por perto, mas tinha por obrigação?
Por analogia, consegui hoje me livrar de mais um deste estilo: o banco Itaú.
Que alegria sair da agência com o comprovante de encerramento da conta!!! Vou até comemorar no show do A-Ha que, segundo o setlist de São Paulo, não cantou "You Are The One", mas cantou "Crying In The Rain"!
Lembra aquela resolução de fim de ano de eliminar da vida pessoas que eu não queria ter por perto, mas tinha por obrigação?
Por analogia, consegui hoje me livrar de mais um deste estilo: o banco Itaú.
Que alegria sair da agência com o comprovante de encerramento da conta!!! Vou até comemorar no show do A-Ha que, segundo o setlist de São Paulo, não cantou "You Are The One", mas cantou "Crying In The Rain"!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Falha nossa...
Depois de postar os vídeos é que me dei conta de que na verdade nunca cheguei a comentar os shows da Apoteose lá em janeiro. Ainda cabe?
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
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