Praticamente online vou comentar o show do Oasis que acabou há pouco mais de 1 hora aqui no Metropolitan.
Bom, os caras seguiram exatamente o script determinado. O set list foi igualzinho ao que eu vi na internet. Todo show é esse mesmo dilema: vasculhar a internet atrás de um set list para saber o que eu vou ouvir ou esperar as boas surpresas?
Sei lá... Tem banda que surpreende sempre - Pearl Jam e Radiohead que o digam, com seus setlists imprevisíveis - o que nem sempre é positivo. Se por um lado o Pearl Jam torturou até o fim, mas tocou tudo que o Rio queria ouvir, o Radiohead ficou devendo coisas fundamentais (Fake Plastic Tree!). Mas aí tem aqueles shows, tipo o da Madonna, que não muda uma vírgula no mundo inteiro (ok, tem a parte que ela manda a plateia escolher uma música, mas fora isso...).
Oasis foi desses. Fez um show previsível.
Mas não quer dizer que tenha sido ruim. Foi bom pacas. A questão é que uma banda com a história deles não pode fazer um show de 1h40 porque ficam devendo hits, oras. Não ia matar nenhum dos Gallagher se eles incluíssem 2 ou 3 músicas a mais: Stand By Me, Go Let It Out e Live Forever, por exemplo. Aliás o povo pediu Live Forever até morrer e eu lá pensando "gente, não vai tocar". Claro que eles poderiam ser simpáticos e atender o pedido do Metropolitan lotado (o Skank se rendeu aos gritos de "Tequila" na abertura da turnê do Estandarte), mas se fossem simpáticos, não seriam o Oasis.
O ponto alto foi o Noel abrindo o bis com Don't Look Back In Anger. Sempre gostei mais dela que de Wonderwall, que (dãh) foi outro destaque. O povo até que cantou as músicas do Dig Out Your Soul, mas acho que das novas só mesmo "The Shock Of The Lightning" e "I'm Outta Time" empolgaram de verdade. Ah claro, pulos involuntários carregados pelo povo em "Rock N Roll Star" e em "Supersonic" e emoção na penúltima "Champagne Supernova". Eu particularme gostei muito de "Songbird" e de "The Importance Of Being Idle", que estão registradas nos meus vídeos (link logo logo aqui no blog).
Sabe que eu adoro descobrir músicas velhas que eu não ouvia e passo a adorar. Foi assim por exemplo com "Conversa de Botas Batidas" e "De Onde Vem a Calma" dos Los Hermanos. Depois do show de hoje (ontem), tenho "The Masterplan" do Oasis. Perdida num daqueles CDs que eu nunca escuto, nunca havia prestado atenção em quão boa é essa música. Foi pro meu playlist do Oasis lá nas cabeças.
Pra fechar... acho que a população está realmente ficando mais alta. Tive que ficar na ponta do pé durante boa parte do show. Sim, eu!
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Não era pra ser...
Fiz um post gigante
Com foto, vídeo e o cacete a 4
Falando tudo sobre o show do Radiohead e do Los Hermanos
Aí resolvi copiar a postagem antes de publicar, just in case.
Apagou tudo.
Foda-se. Vão pro caralho todas as ferramentas de blog do mundo. Enfia o Google no rabo!
Com foto, vídeo e o cacete a 4
Falando tudo sobre o show do Radiohead e do Los Hermanos
Aí resolvi copiar a postagem antes de publicar, just in case.
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Eu ia fazer um post bem rabugento sobre minha ida anteontem à casa dos meus avós. Mas aí lembrei daquela frase que tá no meu Gmail que fala sobre a importância de encarar as coisas de forma mais positiva bla bla... Aí achei mais produtivo falar sobre fotos.
Está na minha lista de "100 coisas pra fazer antes de morrer" fazer um curso de fotografia. Enquanto isso, continuo achando impossível fazer justiça à beleza de uma praia através de fotografias tiradas na própria praia. Grumari é de longe o meu lugar favorito no Rio e minha terceira praia favorita da vida - atrás da Praia dos Carneiros em PE e de Dois Rios na Ilha Grande (ainda não conheço o Caribe nem Bora Bora). Eu queria uma legenda diferente para fotos tiradas em Grumari, algo do tipo: "Se um dia eu desaparecer, é provável que eu esteja lá".
Aniversário da Flavinha tem todo ano, mas parabéns pra você em ritmo de samba, só na casa dos Viera. Põe na lista das "100 coisas" fazer um curso de pandeiro. Muito embora essa semana a minha regente tenha dito que o brasileiro sabe samba melhor do que o resto do mundo porque ele aprende in loco, nas rodas de samba da Lapa, vendo outro maluco batucar e não através de uma vídeo aula qualquer, como fazem os alemães e japoneses. Pensando bem, eu quero aprender piano e já toco (mal) violão, então esquece o pandeiro. 100 coisas é muito pouco...
Pra fechar por enquanto, amendoins. No dia de comprar ingressos para o show do A-Ha, o tempo da espera pela comida foi morto com a brincadeira de tirar fotos dos amendoins na mesa. Minha foto favorita da sequência é outra - uma mulher com rosto tímido com uma placa luminosa ao lado dizendo "Spice Up Your Life". Mas também curti essa com os peanuts em primeiro plano e o menu ao fundo. Longe de ser uma foto artística, mas para quem não fez o curso ainda, por que não pode ser motivo de orgulho? Afinal, como disse o biscoito chinês do meu último frango ao curry, "lamentar aquilo que não temos é desperdiçar aquilo que já possuímos".
Assunto meio coxinha, mas é que tirei parte da manhã para uploadar algumas fotos para o Orkut, jogar no Youtube os vídeos dos shows do Los Hermanos e do Radiohead e, óbvio, baixar mais alguns seriados. Aliás, descobri que tenho mais vício em baixá-los que de fato em assisti-los.
Aniversário da Flavinha tem todo ano, mas parabéns pra você em ritmo de samba, só na casa dos Viera. Põe na lista das "100 coisas" fazer um curso de pandeiro. Muito embora essa semana a minha regente tenha dito que o brasileiro sabe samba melhor do que o resto do mundo porque ele aprende in loco, nas rodas de samba da Lapa, vendo outro maluco batucar e não através de uma vídeo aula qualquer, como fazem os alemães e japoneses. Pensando bem, eu quero aprender piano e já toco (mal) violão, então esquece o pandeiro. 100 coisas é muito pouco... segunda-feira, 23 de março de 2009
Falha nossa...
Depois de postar os vídeos é que me dei conta de que na verdade nunca cheguei a comentar os shows da Apoteose lá em janeiro. Ainda cabe?
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Rapidinhas
Recebi hoje por e-mail e não resisti a postar aqui...
"Grande coisa os E.U.A elegerem um presidente Negro... Quero ver pôr lá um analfabeto e cachaceiro."
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E falando em "rapidinha", já viram o videozinho do "Cadê Xoxó?" no Kibe Loco ou no You Tube direto? Nada tão sensacional quanto o Mamute, Sanduíche-iche ou o hit da Cris Nicolotti, mas vale como hit do Carnaval vindouro. Link aqui à esquerda.
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Los Hermanos vai abrir o show do Radiohead. Meu dia começou mais feliz! Já passei no blog do Bruno Medina e deixei um comentário, implorando que eles toquem "De Onde Vem A Calma". Se alguém te perguntar que música me define, pode responder que é essa.
____________________________________________
Além dos Hermanos, Jack Bauer também voltou. E trouxe junto Buchanan, Chloe e Tony. Tem coisa melhor que saudade morta?
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Please don't go, don't gooooooooooo, don't go away
É hoje!
"Grande coisa os E.U.A elegerem um presidente Negro... Quero ver pôr lá um analfabeto e cachaceiro."
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E falando em "rapidinha", já viram o videozinho do "Cadê Xoxó?" no Kibe Loco ou no You Tube direto? Nada tão sensacional quanto o Mamute, Sanduíche-iche ou o hit da Cris Nicolotti, mas vale como hit do Carnaval vindouro. Link aqui à esquerda.
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Los Hermanos vai abrir o show do Radiohead. Meu dia começou mais feliz! Já passei no blog do Bruno Medina e deixei um comentário, implorando que eles toquem "De Onde Vem A Calma". Se alguém te perguntar que música me define, pode responder que é essa.
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Além dos Hermanos, Jack Bauer também voltou. E trouxe junto Buchanan, Chloe e Tony. Tem coisa melhor que saudade morta?
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Please don't go, don't gooooooooooo, don't go away
É hoje!
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domingo, 7 de dezembro de 2008
Shows
Para rechear, ainda vai ter daqui a pouco mais de 20 horas a estréia da Fantástica Fábrica de Cantores - a.k.a Fábrica de Vozes a Cappella.
Ansioso nada... Vale desejar "merda" também? Vou procurar saber...
E o ritmo tende a continuar frenético, com James Blunt e Elton John iniciando os trabalhos em 2009 e Radiohead já prometido para março. Que continue assim, mas que termine logo a polêmica das carteirinhas de estudante para que os ingressos diminuam de preço.
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