Resultado da fórmula acima: dois sonhos loucos
Primeiro, o Flavio tinha ido ao paredão com a Carolina Dieckmann e ela saiu com 90% dos votos, recorde de rejeição, coisa e tal. Tudo isso porque, segundo alguém próximo, ela fica insuportável até em propaganda de pasta de dente (“Gelo no café? Você ta maluco! Eu uso Sensodine”).
Depois, a Priscilla e eu estávamos em uma espécie de prova (do líder, talvez) e nós tínhamos que elencar as músicas que a Vanessa da Mata tinha cantado. Na lista, havia 3 músicas do Roberto Carlos.
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segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
Simply Red
Acho que eu já fiz a crítica desse show. Em resumo: foi bem animado, ao contrário do show deprê que eu esperava, mas faltou "Say You Love Me".
As mais legais estão aqui:
As mais legais estão aqui:
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Vanessa, Rubens, Will, Sayid, Fungo
Antes de pagar as dívidas anunciadas, decidi pagar dívida histórica com vídeos que já fizeram festinha de 1 ano. Esses são do show da Vanessa da Mata no Vivo Rio em janeiro de 2008.
Quem diria que valeria a pena ficar acordado até 5 da manhã para ver o Rubinho no pódio? Em 2º, é claro. Se a temporada inteira for como esta primeira prova, periga a F-1 ser sensacional de novo.
Pra não dizer que não falei de séries, vejam Trust Me. Principalmente os amigos publicitários, jornalistas e amantes do marketing em geral. Tem pra baixar, com legendas, na comunidade da série do Orkut. O astro principal é o Will da falecida Will & Grace - agora hétero - e tem também a Nina Meyers do 24 Horas, como esposa dele. Já vi os dois primeiros episódios e - quoting a série - fiquei tenso.
Sobre Lost: o último episódio foi bem morno, aquela chatice de viagem no tempo e um episódio focado no Sayid que, por mim, poderia viajar para 1800 e ficar por lá. Mas aí vem a cena final, faz você pular da cadeira e pensar "oh fuck, quando é o próximo?"
Minha plantação foi atacada por pontinhos brancos. Help!
Quem diria que valeria a pena ficar acordado até 5 da manhã para ver o Rubinho no pódio? Em 2º, é claro. Se a temporada inteira for como esta primeira prova, periga a F-1 ser sensacional de novo.
Pra não dizer que não falei de séries, vejam Trust Me. Principalmente os amigos publicitários, jornalistas e amantes do marketing em geral. Tem pra baixar, com legendas, na comunidade da série do Orkut. O astro principal é o Will da falecida Will & Grace - agora hétero - e tem também a Nina Meyers do 24 Horas, como esposa dele. Já vi os dois primeiros episódios e - quoting a série - fiquei tenso.
Sobre Lost: o último episódio foi bem morno, aquela chatice de viagem no tempo e um episódio focado no Sayid que, por mim, poderia viajar para 1800 e ficar por lá. Mas aí vem a cena final, faz você pular da cadeira e pensar "oh fuck, quando é o próximo?"
Minha plantação foi atacada por pontinhos brancos. Help!
quinta-feira, 26 de março de 2009
I'm free!!!
I'm so happy because today...
Lembra aquela resolução de fim de ano de eliminar da vida pessoas que eu não queria ter por perto, mas tinha por obrigação?
Por analogia, consegui hoje me livrar de mais um deste estilo: o banco Itaú.
Que alegria sair da agência com o comprovante de encerramento da conta!!! Vou até comemorar no show do A-Ha que, segundo o setlist de São Paulo, não cantou "You Are The One", mas cantou "Crying In The Rain"!
Lembra aquela resolução de fim de ano de eliminar da vida pessoas que eu não queria ter por perto, mas tinha por obrigação?
Por analogia, consegui hoje me livrar de mais um deste estilo: o banco Itaú.
Que alegria sair da agência com o comprovante de encerramento da conta!!! Vou até comemorar no show do A-Ha que, segundo o setlist de São Paulo, não cantou "You Are The One", mas cantou "Crying In The Rain"!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Falha nossa...
Depois de postar os vídeos é que me dei conta de que na verdade nunca cheguei a comentar os shows da Apoteose lá em janeiro. Ainda cabe?
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
Não, né?
Então beleza... James Blunt e suas ótimas musiquinhas corta-pulsos num show conciso (ih, não sei escrever essa palavra), sem embromation, com todos os hits que a gente queria ouvir. E o final... err... apoteótico com ele em pé em cima do piano fazendo o Rio bater palmas ao som de 1973. Não é que no fim das contas, o show também foi empolgante além de deprê? Foi pro hall dos favoritos.
Pausa para falar da desorganização de sempre dos shows na Apoteose. Um saco entrar naquele lugar, um saco o desrespeito que é trancar as pessoas num curral na rua Benedito Hipólito (ou seria Frei Caneca?), ainda mais debaixo do sol fervilhante que insistia em brilhar naquela segunda de janeiro. E eu ainda tomei um cagadão de pombo na camisa (prefiro o cocô da gaivota de Grumari... ou melhor, prefiro cocô-free).
Elton John para mim foram 2 shows. Um de abertura que durou 1 hora e foi INSUPORTÁVEL (com exceção talvez para "The Bitch Is Back"). Solos longuíssimos no piano, músicas pouco ou nada conhecidas, sem contar aquele ambiente da Apoteose, em que os vendedores de água e cerveja se espremem entre você e seu vizinho, as pessoas conversam mais do que curtem o show e você se sente num evento gratuito da Praia de Copacabana.
A coisa só mudou de figura quando ele atacou de "Goodbye Yellow Brick Road". Aí foi um hit atrás do outro e um showzão digno de um Sir. "Daniel", "Don't Let The Sun...", "... They Call It The Blues", "Candle In The Wind", "Crocodile Rock" etc, tudo perfeitinho até o finalzinho, já no bis com a grata surpresa "Skyline Pigeon" e a sempre incrível "Your Song".
A pontualidade britânica foi um bom ponto - embora eu não atribua isso à organização do show, mas sim ao próprio Elton.
O fato de Elton se levantar da cadeira ao final de cada música e apontar pessoas aleatórias na plateia (agora é sem acento, cacete!) falando "thank you, thank you, thank... you" foi engraçadinho na primeira vez, chato na segunda e "meu-Deus-chega!" da terceira em diante. Mas acho que é algum tipo de marca registrada or something.
As fotos estão no Orkut e os vídeos nos posts logo abaixo.
Essa semana (talvez) eu comente decentemente sobre o Simply Red (com post de fotos e vídeos também). Afinal, já está acumulado com Los Hermanos, Kraftwerk e Radiohead da última sexta, e ainda tem A-Ha na próxima quinta. Mais um show no mês, eu começo a rodar bolsinha.
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Vídeos Elton John
Com 2 meses de atraso (sim, os últimos posts todos começam da mesma forma), seguem os vídeos que eu fiz no Elton John na Apoteose em janeiro.
Porque esse fim de semana foi para resolver pendências de upload e publicação.
Porque esse fim de semana foi para resolver pendências de upload e publicação.
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sábado, 21 de março de 2009
Vídeos James Blunt
<> Com 2 meses de atraso < /DÉJÀ vu > chegaram ao YouTube os vídeos que eu fiz no show do James Blunt na Apoteose lá no meio de janeiro:
Recado 1: Fla,vou botar botei no Megaupload pra vc baixar. Calma!
Recado 2: Gabi, as que você conhece vão para o seu pendrive.
Update
Para quem quiser baixar os vídeos do James Blunt feitos no show da Apoteose em janeiro:
High: http://www.megaupload.com/?d=KIGZ1TJU
Carry You Home: http://www.megaupload.com/?d=K5PQK7FE
Goodbye My Lover: http://www.megaupload.com/?d=LOZSF3RI
You're Beautiful: http://www.megaupload.com/?d=BX6ZTY8V
Same Mistake: http://www.megaupload.com/?d=NIJWBW79
1973: http://www.megaupload.com/?d=ECHP8III
Recado 1: Fla,
Recado 2: Gabi, as que você conhece vão para o seu pendrive.
Update
Para quem quiser baixar os vídeos do James Blunt feitos no show da Apoteose em janeiro:
High: http://www.megaupload.com/?d=KIGZ1TJU
Carry You Home: http://www.megaupload.com/?d=K5PQK7FE
Goodbye My Lover: http://www.megaupload.com/?d=LOZSF3RI
You're Beautiful: http://www.megaupload.com/?d=BX6ZTY8V
Same Mistake: http://www.megaupload.com/?d=NIJWBW79
1973: http://www.megaupload.com/?d=ECHP8III
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Vídeos Double You
Com 2 meses de atraso, finalmente começaram a ir para o YouTube os vídeos feitos pela Fla no show do Double You de janeiro.
Entre na máquina do tempo e divirta-se.
Ou assista por aqui mesmo (9 vídeos):
(Update: Essa reprodução de lista é meio estranha. Se por acaso der "Lamentamos, este vídeo não está mais disponível" em algum, basta botar o mouse sobre o vídeo e clica na setinha que aparecerá à esquerda).
Entre na máquina do tempo e divirta-se.
Ou assista por aqui mesmo (9 vídeos):
(Update: Essa reprodução de lista é meio estranha. Se por acaso der "Lamentamos, este vídeo não está mais disponível" em algum, basta botar o mouse sobre o vídeo e clica na setinha que aparecerá à esquerda).
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Life Expectancy Calculator Tabajara
Meio bobo, mas "worth mentioning".
http://www.sonnyradio.com/realage3.swf
O meu resultado é que tenho pouco mais de 10.000 dias vividos; 2 anos a menos de idade real, em virtude de fatores como a longevidade dos meus avós, o fato de não usar drogas e o fato de ter voltado a correr regularmente (malditas muriçocas); e uma expectativa de vida de mais ou menos 76 anos.
E a pergunta que não quer calar: "E daí?"
http://www.sonnyradio.com/realage3.swf
O meu resultado é que tenho pouco mais de 10.000 dias vividos; 2 anos a menos de idade real, em virtude de fatores como a longevidade dos meus avós, o fato de não usar drogas e o fato de ter voltado a correr regularmente (malditas muriçocas); e uma expectativa de vida de mais ou menos 76 anos.
E a pergunta que não quer calar: "E daí?"
sexta-feira, 13 de março de 2009
Apagaram as luzes
Morar na roça dá nisso. Basta cair meia dúzia de raios e a luz cai. Picos de luz ali no entorno de minha residência são comuns, mas ontem foi algo mais sério. 10 da noite, primeiras gotas de chuva, aquela ventania básica, já me preparei psicologicamente. Até que cabum! a luz caiu, tentou voltar e não conseguiu, ameaçou voltar uma segunda vez só para me fazer correr pela casa tirando tudo da tomada... parecia a roda de Lost, pulando incessantemente e gerando clarões e me transportando pelos cômodos da casa. Até que parou. E se a roda de Lost parou no passado, a lá de casa parou no escuro.
Estranhamente, lá pelas 11, ao buscar recursos para matar a sede, me deparei com a geladeira ligada. Abri aquele sorriso de comemoração, mas não havia mais luz em nenhum outro lugar da casa. Apenas a fase onde ficam ligados geladeira e microondas voltou.
A essa altura, o laptop (previamente carregado em 100%) já exibia o episódio 713 de 24 Horas e - citando a Claudia do Legendado - "reloginho silencioso parte meu coração". Será que vai sobrar algum personagem de quem a gente gosta na série? Porra de povo doido que fica se sacrificando pela presidente... E a Martha Logan pelo visto dançou mesmo, né? Adoro referências a personagens antigos... Será que não vão mencionar a Audrey? Aquela porcaria de Lipstick Jungle acabou, a Audrey pode voltar! Dammit!
Bom, com geladeira e microondas operantes, velas aromáticas espalhadas, laptop e celular funcionando, nem dá para sentir tanto a falta de luz. E seguindo a conspiração positiva do universo, até a prova do líder do BBB - cuja perda foi a única consequência real da queda de eletricidade - foi de resistência e o resultado nem saiu ainda (são 08h40). Mais conspiração positiva? Estava um calor da porra quando acordei e nem me importei em tomar banho frio.
A boa notícia é que, segundo o porteiro, a equipe da Light já estava nas redondezas do condomínio hoje cedo. Ou seja, quando eu chegar hoje, devo encontrar umas 3 lâmpadas acesas à toa.
Finalizando:
Keane hoje pertinho de casa... Será?
Finalizando 2:
Por que em todo seriado médico, as pessoas têm que tomar pelo menos 3 choques antes do coração voltar a bater. Sempre começam com 200J, depois 300J e na terceira tentativa, 360J e os batimentos voltam.
No E.R. da semana passada, na tentativa de reanimar o Carter, mandaram direto 360J, mas mesmo assim o coração só voltou a bater depois do 3º choquede ordem . Fala sério... todo mundo sabe que o Carter voltou para os episódios finais do seriado; alguém realmente achava que ele ia morrer antes de reencontrar o George Clooney, a Nurse Carol, a Susan e o Benton?
Finalizando 3: Procure agora no YouTube: Neri Per Caso - Give Peace a Chance. Só para ter uma amostra do que a Fábrica está preparando para este ano.
Estranhamente, lá pelas 11, ao buscar recursos para matar a sede, me deparei com a geladeira ligada. Abri aquele sorriso de comemoração, mas não havia mais luz em nenhum outro lugar da casa. Apenas a fase onde ficam ligados geladeira e microondas voltou.
A essa altura, o laptop (previamente carregado em 100%) já exibia o episódio 713 de 24 Horas e - citando a Claudia do Legendado - "reloginho silencioso parte meu coração". Será que vai sobrar algum personagem de quem a gente gosta na série? Porra de povo doido que fica se sacrificando pela presidente... E a Martha Logan pelo visto dançou mesmo, né? Adoro referências a personagens antigos... Será que não vão mencionar a Audrey? Aquela porcaria de Lipstick Jungle acabou, a Audrey pode voltar! Dammit!
Bom, com geladeira e microondas operantes, velas aromáticas espalhadas, laptop e celular funcionando, nem dá para sentir tanto a falta de luz. E seguindo a conspiração positiva do universo, até a prova do líder do BBB - cuja perda foi a única consequência real da queda de eletricidade - foi de resistência e o resultado nem saiu ainda (são 08h40). Mais conspiração positiva? Estava um calor da porra quando acordei e nem me importei em tomar banho frio.
A boa notícia é que, segundo o porteiro, a equipe da Light já estava nas redondezas do condomínio hoje cedo. Ou seja, quando eu chegar hoje, devo encontrar umas 3 lâmpadas acesas à toa.
Finalizando:
Keane hoje pertinho de casa... Será?
Finalizando 2:
Por que em todo seriado médico, as pessoas têm que tomar pelo menos 3 choques antes do coração voltar a bater. Sempre começam com 200J, depois 300J e na terceira tentativa, 360J e os batimentos voltam.
No E.R. da semana passada, na tentativa de reanimar o Carter, mandaram direto 360J, mas mesmo assim o coração só voltou a bater depois do 3º choque
Finalizando 3: Procure agora no YouTube: Neri Per Caso - Give Peace a Chance. Só para ter uma amostra do que a Fábrica está preparando para este ano.
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sábado, 7 de março de 2009
Jack Bauer
Se você não começou a baixar ainda a 7ª temporada de 24 Horas, por favor, pare tudo e vá fazer isso. Adrenalina garantida!
Lost presa nos anos 70. Aquele papo inicial dos produtores de que o mistério é algo real, que poderia acontecer com qualquer um. Era balela. Pronto. Aceitando isso, vou aceitar o seriado de novo no meu coração. Embora eu não consiga deixar de associar Lost com o Hiro Nakamura, que é de longe o personagem mais mala de Heroes. Mentira, coitado do Hiro. Existe o Mohinder que é hors concours.
Showzão do Simply Red. Grumari com mormaço, água na temperatura ideal, sem cocô de gaivota e com pouquíssimas pessoas. Sanduíche do Cervantes. Receita de um final de semana quase perfeito. Quase, porque o Simply Red não cantou "Say You Love Me" e porque minha avó está no CTI.
E a Fábrica voltou!!! Com as MP3 do show do ano passado e com novo repertório. Tô tão feliz... Mas vou ter que estudar mais porque agora tenho dupla personalidade. =)
Lost presa nos anos 70. Aquele papo inicial dos produtores de que o mistério é algo real, que poderia acontecer com qualquer um. Era balela. Pronto. Aceitando isso, vou aceitar o seriado de novo no meu coração. Embora eu não consiga deixar de associar Lost com o Hiro Nakamura, que é de longe o personagem mais mala de Heroes. Mentira, coitado do Hiro. Existe o Mohinder que é hors concours.
Showzão do Simply Red. Grumari com mormaço, água na temperatura ideal, sem cocô de gaivota e com pouquíssimas pessoas. Sanduíche do Cervantes. Receita de um final de semana quase perfeito. Quase, porque o Simply Red não cantou "Say You Love Me" e porque minha avó está no CTI.
E a Fábrica voltou!!! Com as MP3 do show do ano passado e com novo repertório. Tô tão feliz... Mas vou ter que estudar mais porque agora tenho dupla personalidade. =)
quinta-feira, 5 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
domingo, 1 de março de 2009
Aniversário e Carnaval... sempre juntos
Situação normal de carnaval: no meio dele - quase todo ano - tem o meu aniversário, envelheço na cidade. 2009 não fugiu à regra.
O plano original para o carnaval envolvia um lugar remoto. Mas aí o Jalapão virou locação para a 18ª temporada do "No Limite" original. É sério: "Survivor: Tocantins". Bom, não fui nem deixei de ir por causa disso; na verdade, a companhia furou e no meio do caminho apareceu uma obra. Mas fica a "mental note" pro ano que vem: Carnaval no Rio não!
Bloco é a cara do Rio. Fantasia, zoação, cerveja, "mulhegada", bloco saindo mais cedo pra despistar, bloco saindo atrasado pra não misturar e, no meio de tudo, muitos celulares furtados, pneus desaparecidos e outras tantas histórias que eu escutei nesse carnaval. Recluso na Barra até rolaria. Por aqui tudo é mais longínquo, acho que nem os blocos se animam a vir. Mas com praticamente todos os amigos e familiares permanecendo no Rio, todo deslocamento para a Zona Sul foi um martírio, estacionar foi impossível, as praias ficaram abarrotadas (ilusão que todos estariam no Bola Preta...) e não dá para me sentir mais tão ET cada vez que digo "não suporto bloco". E posso dizer isso com toda autoridade de quem tentou mais uma vez seguir um desses movimentos. Carioca mais fajuto que eu tá pra nascer.
Bom, mas ok, houve bons momentos. Jogatina no circuito off-folia, I Piatti (hummm), uma bela festa de aniversário com os meus bons amigos, um almoço de aniversário com a minha mãe em meio a compras de cimento e tijolos, uma bela praia com água gélida depois que esvaziou no fim da tarde.
Mas aí vieram quinta e sexta, dois dias de trabalho daqueeeeeeles, com consequências duradouras e action items para a semana inteira. E eu não ouvi "férias".
E veio um fim de semana com o meu pai, que durou muito bem até o momento de levá-lo à rodoviária. Bom, "Peixe Grande" não é meu filme favorito à toa. Nunca vi uma história pessoal tão perfeitamente reproduzida na tela (guardadas as devidas proporções, é claro). Quadro na parede, carro livre dos cocôs dos pombos e até uma certa conexão quando, em um repente de boa vontade, houve paciência suficiente para me ensinar algo. Mas o tempo fechou no caminho de volta, coisas dolorosas foram ditas, "nunca mais" pra cá, "sumir" pra lá e nem sequer um olhar de despedida. Só mesmo aquela sensação de decepção mútua, típica das pessoas que (se) cobram demais e algumas lágrimas devidamente inibidas. Não consegui ainda deixar de imaginar aquelas cenas de filme em que as pessoas se magoam e não se despedem (ou se despedem com um "eu te odeio") e na cena seguinte, uma delas recebe a notícia da morte da outra. E aí fica aquela culpa de ter dito últimas palavras duras, que não resumiam o sentimento real e toda aquela baboseira mexicana ou mesmo Global. Mas minha vida não é seriado, embora tenha um certo acompanhamento no mundo virtual.
E se o ano começa mesmo depois do carnaval, feliz ano novo de novo. Segunda chance para 2009 ser um ano bom...
Em tempo: Simply Red... check.
Em tempo 2: Lost tá bom, mas não me empolga mais. Tenho preferido correr, embora a barriga persista.
O plano original para o carnaval envolvia um lugar remoto. Mas aí o Jalapão virou locação para a 18ª temporada do "No Limite" original. É sério: "Survivor: Tocantins". Bom, não fui nem deixei de ir por causa disso; na verdade, a companhia furou e no meio do caminho apareceu uma obra. Mas fica a "mental note" pro ano que vem: Carnaval no Rio não!
Bloco é a cara do Rio. Fantasia, zoação, cerveja, "mulhegada", bloco saindo mais cedo pra despistar, bloco saindo atrasado pra não misturar e, no meio de tudo, muitos celulares furtados, pneus desaparecidos e outras tantas histórias que eu escutei nesse carnaval. Recluso na Barra até rolaria. Por aqui tudo é mais longínquo, acho que nem os blocos se animam a vir. Mas com praticamente todos os amigos e familiares permanecendo no Rio, todo deslocamento para a Zona Sul foi um martírio, estacionar foi impossível, as praias ficaram abarrotadas (ilusão que todos estariam no Bola Preta...) e não dá para me sentir mais tão ET cada vez que digo "não suporto bloco". E posso dizer isso com toda autoridade de quem tentou mais uma vez seguir um desses movimentos. Carioca mais fajuto que eu tá pra nascer.
Bom, mas ok, houve bons momentos. Jogatina no circuito off-folia, I Piatti (hummm), uma bela festa de aniversário com os meus bons amigos, um almoço de aniversário com a minha mãe em meio a compras de cimento e tijolos, uma bela praia com água gélida depois que esvaziou no fim da tarde.
Mas aí vieram quinta e sexta, dois dias de trabalho daqueeeeeeles, com consequências duradouras e action items para a semana inteira. E eu não ouvi "férias".
E veio um fim de semana com o meu pai, que durou muito bem até o momento de levá-lo à rodoviária. Bom, "Peixe Grande" não é meu filme favorito à toa. Nunca vi uma história pessoal tão perfeitamente reproduzida na tela (guardadas as devidas proporções, é claro). Quadro na parede, carro livre dos cocôs dos pombos e até uma certa conexão quando, em um repente de boa vontade, houve paciência suficiente para me ensinar algo. Mas o tempo fechou no caminho de volta, coisas dolorosas foram ditas, "nunca mais" pra cá, "sumir" pra lá e nem sequer um olhar de despedida. Só mesmo aquela sensação de decepção mútua, típica das pessoas que (se) cobram demais e algumas lágrimas devidamente inibidas. Não consegui ainda deixar de imaginar aquelas cenas de filme em que as pessoas se magoam e não se despedem (ou se despedem com um "eu te odeio") e na cena seguinte, uma delas recebe a notícia da morte da outra. E aí fica aquela culpa de ter dito últimas palavras duras, que não resumiam o sentimento real e toda aquela baboseira mexicana ou mesmo Global. Mas minha vida não é seriado, embora tenha um certo acompanhamento no mundo virtual.
E se o ano começa mesmo depois do carnaval, feliz ano novo de novo. Segunda chance para 2009 ser um ano bom...
Em tempo: Simply Red... check.
Em tempo 2: Lost tá bom, mas não me empolga mais. Tenho preferido correr, embora a barriga persista.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Pensamentos
O amor é como capim: você planta e ele cresce. Aí vem uma vaca e acaba com tudo.
Estamos numa época em que o fim do mundo não assusta tanto quanto o fim do mês
Comer puta é igual a bungie jump: a emoção é grande, mas se estourar a borracha você tá fodido!
Acho que estou com anorexia: Não estou comendo ninguém!
O homem pensa demais porque tem 2 cabeças e a mulher fala demais porque tem 4 lábios
Velho é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis eum duro. Agora tem quatro duros e um flexível.
Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.
Se você sentir duas bolinhas encostando na sua bunda, não se preocupe, o pior já passou.
Galileu, quando afirmou que o mundo girava, simplesmente afirmou o que os bêbados já sabiam.
Sexo é como truco: se você não tem um bom parceiro, é melhor que tenha uma boa mão
Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é Monografia
Já que cada vez mais as mulheres estão indo em busca de seus direitos, bem que na volta poderiam trazer uma cerveja
Não há melhor momento do que hoje para deixar para amanhã o que você não vai fazer nunca.
Deus conseguiu fazer o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém perguntando quando ia ficar pronto.
Tks, Bianca.
Estamos numa época em que o fim do mundo não assusta tanto quanto o fim do mês
Comer puta é igual a bungie jump: a emoção é grande, mas se estourar a borracha você tá fodido!
Acho que estou com anorexia: Não estou comendo ninguém!
O homem pensa demais porque tem 2 cabeças e a mulher fala demais porque tem 4 lábios
Velho é aquele que quando jovem costumava ter quatro membros flexíveis eum duro. Agora tem quatro duros e um flexível.
Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.
Se você sentir duas bolinhas encostando na sua bunda, não se preocupe, o pior já passou.
Galileu, quando afirmou que o mundo girava, simplesmente afirmou o que os bêbados já sabiam.
Sexo é como truco: se você não tem um bom parceiro, é melhor que tenha uma boa mão
Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias, é Monografia
Já que cada vez mais as mulheres estão indo em busca de seus direitos, bem que na volta poderiam trazer uma cerveja
Não há melhor momento do que hoje para deixar para amanhã o que você não vai fazer nunca.
Deus conseguiu fazer o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém perguntando quando ia ficar pronto.
Tks, Bianca.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Cumpleaños Feliz
Poucas coisas me deixam mais feliz do que fazer meus amigos felizes... (ó, que coxinha!)
Mas é sério...
Já passei um aniversário longe de tudo e de todos, 100% sozinho. Recebi as ligações no celular desde a pousada da Ilha do Mel até o hotel em Curitiba (isso na era cenozóica, antes da mudança). Era uma quarta-feira de cinzas, minha companheira de viagem tinha partido na terça e eu faria plantão em Curitiba na quinta. Jantei num daqueles fast-foods de shopping, vi "Peixe Grande" no cinema e passei o dia sem ver um rosto familiar (o dono da pousada que eu conhecia há 3 dias não conta!). Mas enfim, todo mundo ligou etc e tal, foi um dia diferente, mas memorável no fim das contas, afinal foi o dia em que eu vi o meu filme favorito da vida desde então.
Hoje é aniversário da Débora, minha louca amiga da faculdade, que se mudou de mala e cuia pra Barcelona há menos de 1 mês. Ok, ela tem roommates, ela faz amigos facilmente, mas sei bem a experiência que é passar o seu dia longe de tudo e de todos. Por isso, sentir a felicidade na voz dela ao ouvir o meu "seeeeeeeeeeeeeeeer, parabéns" - ainda que pelo horário da Espanha já seja o dia seguinte - me fez ganhar o dia.
Claro que resolver uma das megapendências do trabalho ajudou muito. E ter tido paciência com as pessoas que trabalham comigo também me ajudou. E ter resolvido um problema pra minha mãe também. E constatar que o pneu do carro não está mais abaixando também.
Hummm... inferno astral é o caralho!
Mas é sério...
Já passei um aniversário longe de tudo e de todos, 100% sozinho. Recebi as ligações no celular desde a pousada da Ilha do Mel até o hotel em Curitiba (isso na era cenozóica, antes da mudança). Era uma quarta-feira de cinzas, minha companheira de viagem tinha partido na terça e eu faria plantão em Curitiba na quinta. Jantei num daqueles fast-foods de shopping, vi "Peixe Grande" no cinema e passei o dia sem ver um rosto familiar (o dono da pousada que eu conhecia há 3 dias não conta!). Mas enfim, todo mundo ligou etc e tal, foi um dia diferente, mas memorável no fim das contas, afinal foi o dia em que eu vi o meu filme favorito da vida desde então.
Hoje é aniversário da Débora, minha louca amiga da faculdade, que se mudou de mala e cuia pra Barcelona há menos de 1 mês. Ok, ela tem roommates, ela faz amigos facilmente, mas sei bem a experiência que é passar o seu dia longe de tudo e de todos. Por isso, sentir a felicidade na voz dela ao ouvir o meu "seeeeeeeeeeeeeeeer, parabéns" - ainda que pelo horário da Espanha já seja o dia seguinte - me fez ganhar o dia.
Claro que resolver uma das megapendências do trabalho ajudou muito. E ter tido paciência com as pessoas que trabalham comigo também me ajudou. E ter resolvido um problema pra minha mãe também. E constatar que o pneu do carro não está mais abaixando também.
Hummm... inferno astral é o caralho!
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Não tenho
Muito bizarro. Sonho é uma parada que sempre me intrigou, desde pirralho. E por algum instinto masoquista - ou por algum fascínio que nutro por esse elo entre o inconsciente, o perispírito e o material - eu sempre achei legal ter pesadelos. Sonho normal, eu dificilmente consigo lembrar, já os outros...
Essa noite foi um básico. Me despedi de alguém e estava andando pela Avenida Chile, alta madrugada, rua deserta. Pensei: "Ih, que merda, aqui é meio perigoso, vou ligar pro segurança. Ah! Quer saber? Vou andando rápido e pronto". Ato contínuo, 3 caras apareceram, um deles se aproximou com aquele jeito de que ia pedir esmola e me pediu dinheiro.
Não foi o cenário, não foi a cena. O que me marcou no pesadelo desta noite foi que eu acordei dizendo "Não tenho". Já dormi falando ("aí veio o Trulli... zzzz"), mas nunca antes havia acordado falando.
Depois de começar a estudar sobre o espiritismo, minha relação com os sonhos mudou um pouco, como se eu tivesse mais consciência das saídas e retornos, embora ainda não tenha me acostumado com isso. Já me peguei lutando para voltar diversas vezes, quando percebo em estado de semiconsicência que estou fora e, com medo, quero acordar.
Medo, né?
Chega de papo brabo então. Que saco que o André e a Maíra entraram na casa... Se eu fosse um BBB original agora, começaria uma insurreição forte para eliminar os dois.
Hein? BBB não? Errr... Então tá... Vou nessa então... O sono está vencendo a depressão pós-Fantástico e acho que vêm uns sonhos por aí... ou não.
Essa noite foi um básico. Me despedi de alguém e estava andando pela Avenida Chile, alta madrugada, rua deserta. Pensei: "Ih, que merda, aqui é meio perigoso, vou ligar pro segurança. Ah! Quer saber? Vou andando rápido e pronto". Ato contínuo, 3 caras apareceram, um deles se aproximou com aquele jeito de que ia pedir esmola e me pediu dinheiro.
Não foi o cenário, não foi a cena. O que me marcou no pesadelo desta noite foi que eu acordei dizendo "Não tenho". Já dormi falando ("aí veio o Trulli... zzzz"), mas nunca antes havia acordado falando.
Depois de começar a estudar sobre o espiritismo, minha relação com os sonhos mudou um pouco, como se eu tivesse mais consciência das saídas e retornos, embora ainda não tenha me acostumado com isso. Já me peguei lutando para voltar diversas vezes, quando percebo em estado de semiconsicência que estou fora e, com medo, quero acordar.
Medo, né?
Chega de papo brabo então. Que saco que o André e a Maíra entraram na casa... Se eu fosse um BBB original agora, começaria uma insurreição forte para eliminar os dois.
Hein? BBB não? Errr... Então tá... Vou nessa então... O sono está vencendo a depressão pós-Fantástico e acho que vêm uns sonhos por aí... ou não.
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sábado, 14 de fevereiro de 2009
This Place Is Death
Eu poderia escrever sobre algo além de Lost.
Mas aí escreveria sobre o trabalho que anda estressante demais, demais like old times, like old company. Seria sobre a minha infelicidade com meu próprio estilo gerencial. Em resumo, digamos que eu não gostaria de trabalhar para mim, acho que é suficiente.
Ou então escreveria sobre as notícias escrotas desta sexta-feira: uma amiga doente, o pai da outra mais doente, uma outra desempregada. Ok, ok, teve um bom almoço de reencontro, mas foi só.
Também poderia escrever sobre o reparo da semana aqui em casa. Sempre rola um acúmulo de água na minha cozinha quando há tempestades, mesmo com a janela fechada, por causa de um problema de colocação da janela na época da construção (e claro porque o contrapiso da cozinha tambémé um cu foi mal feito). Aí veio um camarada, tirou a janela do lugar, colocou a pedra, recolocou a janela com uma inclinação imperceptível de 10% que em teoria impede a água de entrar senão ele muda o nome dele para Condessa Maria Chiquinha. Aí obviamente no dia que dá a tempestade da semana, eu tinha deixado a janela da cozinha aberta. Em defesa da Condessa, tinha bem menos água do que eu esperava, nem precisei usar o rodo. Mas não foi dessa vez que eu comprovei a eficácia do reparo.
Também poderia escrever sobre o borracheiro, onde eu preciso ir amanhã, porque não consegui sair no horário um dia sequer esta semana. E o pneu deve estar mais ou menos em 13 neste momento. Reza aí pra eu conseguir chegar ao posto e não precisar acionar o seguro de novo.
Restaria o apartamento novo da minha mãe, mas isso ainda tá encruado. Sabe que tô começando a acreditar naquele lance de inferno astral nas proximidades do aniversário? Acho que eu tive isso ano passado também, mas eu nem posso consultar minha biografia virtual, porque a Globolog sumiu com meu blog, lembra?
Bom, então vamos às distrações da semana, que rendem histórias menos negativas, embora totalmente fictícias.
What About Brian está acabando - adoro ver vídeos no caminho de volta pra casa, já faz uns 3 dias que não enjôo lendo as legendas. Mas a Marjorie saiu de novo no episódio 213 e, segundo o imdb, não volta mais mesmo. Agora entendo porque o seriado acabou logo na 2a temporada. A história do triângulo Brian-Marjorie-Adam era a mais legal e foi sumariamente limada. Quem se importa com o Dave e a Deena naquele não-fode-não-sai-de-cima? Ou com a Bridget? Dane-se a Bridget. Eu quero a Marjorie!!! Bom, pelo menos esta etapa pós-Marjorie serviu para mostrar a Valerie depois do Barrados e a Vanessa antes do Gossip Girl. A Valerie até tem um papel interessante, mas a Vanessa é chata desde aquela época. E, claro, eu gosto da Marjorie, mas não tanto a ponto de começar a ver Chuck. E não é que o Adam veio parar em Damages? Cool.
Jack Bauer continua arrebentando. Mesmo sem o Tony e a Chloe, o 708 foi espetacular. E eu também dei um salto da cadeira quando o Primeiro-Damo tomou o tiro no final. Chata só aquela história da cunhada do coronel Sudoku (como diz a Claudia do Legendado) - forçada de barra só pra tirar o coronel do esconderijo, se não o Jack o mataria também e a temporada acabaria. Agora, eu quero saber quantos carros o Jack já roubou em todos esses anos de 24. Sempre tem um coitado passando depois de uma batida que se fode porque o Jack precisa de arrumar um novo carro naquela hora. Agora não sei se estou gostando muito desta experiência de ver 24 assim picotado com intervalo de 1 semana entre cada hora. Não sei se é porque vi as 5 primeiras temporadas em DVD, mas acho que funciona mais fazer uma super maratona.
Então me resta escrever sobre This Place Is Death, o 505 do Lost. Eita episódio intenso! Não sei o que foi mais empolgante... Teve a história da equipe da Rousseau, que ficou doente porque foi parar no esconderijo do monstro de fumaça (cool!). Teve o reencontro do Jin com a turma da ilha - e o abraço com o Sawyer, eu diria foi "fofo". Teve a morte da Charlotte - agora sim! - com a confirmação de que ela cresceu na ilha - como ficou claro no final da 4a temporada - sem beijo no coitado do Faraday e com aquela explicação maluca de que ele a alertou no passado para nunca voltar à ilha (sim, porque a proporção é de uma resposta para duas novas perguntas, sempre!). Teve o reencontro do Desmond com a Ms. Hawking, que é mesmo a mãe do Faraday. Teve Jacob se manifestando no corpo do pai do Jack, Locke com a fratura exposta bizarra, rodando a roda da fortuna (será que todos os clarões eram porque a roda tava sacodindo?).
Estranho, mas o Hurley nem fez falta.
Agora eu não tinha nenhuma dúvida de que haveria um novo clarão quando o Locke estivesse no meio da descida do poço. Nenhuma!
Pronto. Agora só devo as críticas do show do Elton John e do filme Benjamin Button. Porque eu devo, não pago, nego enquanto... aquele esquema de sempre.
Mas aí escreveria sobre o trabalho que anda estressante demais, demais like old times, like old company. Seria sobre a minha infelicidade com meu próprio estilo gerencial. Em resumo, digamos que eu não gostaria de trabalhar para mim, acho que é suficiente.
Ou então escreveria sobre as notícias escrotas desta sexta-feira: uma amiga doente, o pai da outra mais doente, uma outra desempregada. Ok, ok, teve um bom almoço de reencontro, mas foi só.
Também poderia escrever sobre o reparo da semana aqui em casa. Sempre rola um acúmulo de água na minha cozinha quando há tempestades, mesmo com a janela fechada, por causa de um problema de colocação da janela na época da construção (e claro porque o contrapiso da cozinha também
Também poderia escrever sobre o borracheiro, onde eu preciso ir amanhã, porque não consegui sair no horário um dia sequer esta semana. E o pneu deve estar mais ou menos em 13 neste momento. Reza aí pra eu conseguir chegar ao posto e não precisar acionar o seguro de novo.
Restaria o apartamento novo da minha mãe, mas isso ainda tá encruado. Sabe que tô começando a acreditar naquele lance de inferno astral nas proximidades do aniversário? Acho que eu tive isso ano passado também, mas eu nem posso consultar minha biografia virtual, porque a Globolog sumiu com meu blog, lembra?
Bom, então vamos às distrações da semana, que rendem histórias menos negativas, embora totalmente fictícias.
What About Brian está acabando - adoro ver vídeos no caminho de volta pra casa, já faz uns 3 dias que não enjôo lendo as legendas. Mas a Marjorie saiu de novo no episódio 213 e, segundo o imdb, não volta mais mesmo. Agora entendo porque o seriado acabou logo na 2a temporada. A história do triângulo Brian-Marjorie-Adam era a mais legal e foi sumariamente limada. Quem se importa com o Dave e a Deena naquele não-fode-não-sai-de-cima? Ou com a Bridget? Dane-se a Bridget. Eu quero a Marjorie!!! Bom, pelo menos esta etapa pós-Marjorie serviu para mostrar a Valerie depois do Barrados e a Vanessa antes do Gossip Girl. A Valerie até tem um papel interessante, mas a Vanessa é chata desde aquela época. E, claro, eu gosto da Marjorie, mas não tanto a ponto de começar a ver Chuck. E não é que o Adam veio parar em Damages? Cool.
Jack Bauer continua arrebentando. Mesmo sem o Tony e a Chloe, o 708 foi espetacular. E eu também dei um salto da cadeira quando o Primeiro-Damo tomou o tiro no final. Chata só aquela história da cunhada do coronel Sudoku (como diz a Claudia do Legendado) - forçada de barra só pra tirar o coronel do esconderijo, se não o Jack o mataria também e a temporada acabaria. Agora, eu quero saber quantos carros o Jack já roubou em todos esses anos de 24. Sempre tem um coitado passando depois de uma batida que se fode porque o Jack precisa de arrumar um novo carro naquela hora. Agora não sei se estou gostando muito desta experiência de ver 24 assim picotado com intervalo de 1 semana entre cada hora. Não sei se é porque vi as 5 primeiras temporadas em DVD, mas acho que funciona mais fazer uma super maratona.
Então me resta escrever sobre This Place Is Death, o 505 do Lost. Eita episódio intenso! Não sei o que foi mais empolgante... Teve a história da equipe da Rousseau, que ficou doente porque foi parar no esconderijo do monstro de fumaça (cool!). Teve o reencontro do Jin com a turma da ilha - e o abraço com o Sawyer, eu diria foi "fofo". Teve a morte da Charlotte - agora sim! - com a confirmação de que ela cresceu na ilha - como ficou claro no final da 4a temporada - sem beijo no coitado do Faraday e com aquela explicação maluca de que ele a alertou no passado para nunca voltar à ilha (sim, porque a proporção é de uma resposta para duas novas perguntas, sempre!). Teve o reencontro do Desmond com a Ms. Hawking, que é mesmo a mãe do Faraday. Teve Jacob se manifestando no corpo do pai do Jack, Locke com a fratura exposta bizarra, rodando a roda da fortuna (será que todos os clarões eram porque a roda tava sacodindo?).
Estranho, mas o Hurley nem fez falta.
Agora eu não tinha nenhuma dúvida de que haveria um novo clarão quando o Locke estivesse no meio da descida do poço. Nenhuma!
Pronto. Agora só devo as críticas do show do Elton John e do filme Benjamin Button. Porque eu devo, não pago, nego enquanto... aquele esquema de sempre.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Troubled times...
Tempos de "hard work" e "under pressure". Tenho um pneu duvidoso no carro, trocado no domingo e recalibrado nesta quinta pois estava em 13... sentiu que o seguro vem aí de novo a qualquer momento e que eu provavelmente terei que comprar um pneu novo - dúvida: devo processar o Estado já que a roda está ligeiramente amassada, provavelmente por culpa de buracos? Lost voltou a ser Lost no episódio The Little Prince, a.k.a. 504. E finalmente a Marjorie voltou hoje, bem quando eu passava pelo Engenhão, fiquei feliz, muito feliz em revê-la, assim não preciso ver Chuck. Hoje briguei com os parágrafos. E comecei a repensar minha postura como supervisor, ó dúvida cruel, ser respeitado profissionalmente e amado pessoalmente ao mesmo tempo é mesmo possível ou devo simplesmente admitir que sou um mala e ter o job done? Não vou pensar mais em trabalho, é fim de semana! E eu vou ter cortinas na sala.
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